Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 17/04/2019
Durante o século XVIII, com a Revolução Industrial, significativas mudanças ocorreram social e economicamente, vale lembrar que a partir desse momento as máquinas passaram a produzir em larga escala de forma a substituir a mão de obra humana. Tal fato somado ao grande avanço tecnológico atual, contribuíram para a existência de um enorme índice de sedentarismo evidente hodiernamente, de modo a refletir de forma negativa no Índice de Desenvolvimento Humano de uma nação.
Ademais, vale ressaltar a importância da atividade física para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, assim como a tão temida diabetes, pois com a execução contínua de exercícios, o metabolismo tende a acelerar, de forma a favorecer a ação eficiente da insulina para que esta quebre moléculas de açucares dispostas em excesso no sangue, sendo assim, a prática de esportes faz-se essencial para que uma população apresente jovens saudáveis e consequentemente idosos também.
Sob esse viés, relaciona-se a esse fator a alimentação desequilibrada e a opção da maioria da população por consumir produtos industrializados. Tais fatos somados à falta de exercícios físicos levam ao que aponta a plataforma G1: “Trata-se de uma epidemia global, em 2016 havia 1.9 bilhão de pessoas de 18 anos ou mais com sobrepeso e/ou sedentários. Inadmissivelmente observa-se isso sendo realidade de muitos países, como o Brasil.
Tendo em vista o exposto acima, políticas de incentivo à pratica de esportes, musculação e diversos ramos na ginastica, podem e devem ser aplicadas, fazendo parte do processo, a administração municipal, mais especificamente a Assistência Social, a fim de aplicar aulas de ginastica ao ar livre, aulas gratuitas de “zumba” em praças públicas, de modo a abranger todas as faixas etárias para que assim jovens desenvolvam-se saudáveis e prevaleça a longevidade dos idosos.