Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 05/07/2019
Problema cardiovascular, obesidade e atrofia muscular são consequências ocasionadas pelo sedentarismo, o mal do século. Além disso, apenas observar o desenvolvimento desse hábito sem tomar medidas cabíveis para combatê-lo é um equívoco.
Além de tudo, a Medicina define a pandemia como “uma doença amplamente disseminada.” Em vista disso, percebe-se que o sedentarismo tem se comportado como uma doença, que contamina e prejudica a vida de milhares de indivíduos. A exemplo, segundo estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde - OMS -, os brasileiros lideram o índice de sedentarismo no mundo, 47% da população não pratica atividade física para manter-se saudável. Logo, tal comportamento contribui com proliferação desse problema.
Outrossim, a falta de tempo contribui com o sedentarismo. Prova disso, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE -, revelam os principais motivos pelos quais os brasileiros não praticam atividades físicas: 51% da população declararam que são sedentárias pela falta de tempo, 20,3%, por problemas saúde ou pela alta idade, além de 13,9% dizerem que não praticam atividades por não gostarem ou não terem vontade. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para minimizar essa conduta.
Portanto, medidas são cruciais para superar esse caso. Em primeiro plano, o Ministério da Educação deve instituir, palestras ministradas por nutricionistas nas escolas, voltadas para os alunos com o objetivo de conscientizá-los sobre o assunto desde cedo, para que possam compreender a gravidade do sedentarismo. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações, de modo a conscientizar os cidadãos e, ainda, instruídos a buscar ajuda médica quando forem vítimas da doença. Uma mudança necessária, posteriormente é preciso início para combater o mal do século.