Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 05/07/2019
A Biologia define o vírus como ‘‘um parasita intracelular que só consegue dispor de manifestações vitais no interior de uma célula hospedeira.’’ Em Vista disso, percebe-se que o sedentarismo tem se comportado como um autêntico vírus, que contamina e prejudica a vida de milhares de indivíduos. Assim, cabe a análise acerca de causas, consequências e possível solução da problemática.
A princípio, é preciso destacar o fato social que contribuiu para difusão desse mal. Além disso, o sofá, smartphone e videogame são mais atraentes para as pessoas do que pedalar, jogar bola, correr ou surfar. Prova disso, segundo estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde - OMS -, os brasileiros lideram o índice de sedentarismo no mundo. Conforme o mesmo estudo: 47% da população não pratica atividades físicas para manter-se saudável. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para combater esse hábito.
Outrossim, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE -, mais de 60 milhões de pessoas são sedentárias. Por conseguinte, o baixo gasto calórico semanal, desencadeia um ambiente propenso para evolução de doenças, tais como diabetes, osteoporose, doenças cardiovasculares, entre outros. Ademais, todas essas disfunções reduzem a qualidade de vida do indivíduo, impossibilitando-o de realizar habituais tarefas.
Portanto, medidas são cruciais para superar esse caso. Em primeiro plano, o Governo Federal, junto aos governos municipais, devem elaborar um plano de obras visando estruturar as cidades com ciclovias, academias populares, com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos moradores e reduzir o número de pessoas sedentárias e portadoras de doenças causadas por esse mal. Em segundo plano, é essencial que as autoridades realizem mutirões para promover a saúde, com palestras ministradas por médicos e exames de rápido resultado, afim de orientar toda a população sobre a importância de zelar pelo bem-estar físico e mental. Uma mudança necessária, logo é preciso um início para combater esse vírus.