Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 22/08/2019

Historicamente a partir do momento que o homem adquire o domínio da natureza - com o fogo e a agricultura - ele começa a deixar de ser nômade e passa a se fixar bastante tempo em determinados lugares, que logo após se tornaram vilas e com o decorrer dos anos se tornaram grandes cidades. Desde então a humanidade não precisava mais se deslocar tanto quanto antes, tornando-as pessoas cada vez mais sedentárias, em decorrência da facilidade em conquistar o que desejam, no qual, infelizmente esse “conforto”, junto com a falta de exercícios, gera desde doenças, metabólicas e hormonais, até a morte precoce.

É indubitável, de fato, que com o avanço da tecnologia a vida moderna se tornou cada vez mais “fácil”, e com isso a necessidade obter e fazer as coisas, até mesmos as mais simples do dia a dia, como ligar a tv, comprar comida e pagar as contas, se resumem a cliques no celular. Porém, essa comodidade faz com que cerda de mais da metade da população sejam considerados sedentários, no qual o consumo de calorias se torna superior ao seu gasto, sendo assim, considerada o mal do século.

Além disso, a ausência do diálogo a respeito desse tema contribui para que os dados sejam tão altos, já que é cada vez mais comum consumir comidas industrializadas e não se preocupar com a prática de exercícios físicos, no qual gera mudanças metabólicas e favorece o aparecimento de doenças como obesidade, sobrepeso, diabetes e hipertensão, e leva o indivíduo a sofrer danos não apenas a sua saúde,  mas também na vida social a cerca do preconceito das outras pessoas

Urge, pois, a fim de diminuir o sedentarismo, que o Estado junto com o Ministério da Educação busquem divulgar, esclarecer e incentivar mudança de hábitos por meio de palestras e atividades físicas, com intuito de melhorar a vida das pessoas, tornando-as mais ativas e saudáveis. Com isso, é importante que cada individuo encontre, com o auxilio de um profissional, o exercício ideal para sua condição física e lembrar que nunca é tarde para mudar de vida, e com isso sair dos dados do sedentarismo.