Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 22/08/2019
A medicina define pandemia como " uma doença amplamente disseminada." Em vista disso, percebe-se que o sedentarismo tem se comportado como uma autêntica pandemia, que contamina e prejudica a vida de milhares de indivíduos. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse problema.
Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel " O ser humano é influenciado pelo tempo e horizonte em que vive." Nesse âmbito, nota-se que o sedentarismo tem influenciado a sociedade de forma negativa. A exemplo disso, segundo estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde - OMS -, os brasileiros lideram o índice de sedentarismo no mundo, 47% da população não pratica atividades físicas para manter-se saudável. Logo, tal comportamento contribui com a proliferação desse mal.
Outrossim, vale destacar os malefícios à saúde que o sedentarismo traz. Nessa conjuntura, concordante pesquisa realizada na Cidade do México, a falta de exercícios físicos é um dos principais fatores que desencadeiam a obesidade, influenciando, também, a diminuição da expectativa de vida e no aumento de doenças cardiovasculares. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para superar esse hábito.
Portanto, medidas são crucias para combater essa pandemia. É imprescindível que o Governo Federal, junto aos governos municipais, elabore um plano de obras visando estruturar as cidades com ciclovias, academias populares, com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos moradores e reduzir o número de pessoas sedentárias e portadoras de doenças causadas por esse mal. Também é essencial que as autoridades realizem mutirões para promover a saúde, com palestras ministradas por médicos e exames de rápido resultado, afim de orientar toda a população sobre a importância de zelar pelo bem-estar físico e mental. Uma mudança é necessária, posteriormente, é preciso um início para superar essa realidade.