Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 11/09/2019
Durante a evolução do homo Sapiens o corpo humano se adaptou para caçar, correr, ou seja, movimentar-se. Contudo, no mundo hodierno, o sedentarismo tem-se apresentado como grande mal do século. Logo, convém analisarmos as principais causas, consequências e possível solução dessa problemática.
Inicialmente, é notório que o número de pessoas que pratica pouca atividade física é alarmante. Segundo o IBGE, quase 50% dos adultos brasileiros são sedentários. Isso decorre da mudança dos trabalhos, pois com o crescimento econômico há o aumento de empregos em escritórios, repartições, e em tais ocupações os trabalhadores estão sentados a maior parte do tempo. Dessa forma, o sustento que deveria melhorar a vida do cidadão está afetando negativamente sua saúde, então, ações são necessárias.
Consequentemente, advindo desse estilo de vida sedentário, o número de problemas decorrentes da inatividade física tende a aumentar o que acarretará em um aumento de gastos no setor. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o sedentarismo onera a assistência à saúde em 54 bilhões de dólares por ano, no mundo inteiro. Desse modo, mudanças nos hábitos da população são imprescindíveis para a melhora na qualidade de vida, mas, também, para a economia dos países.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar o entrave. Por conseguinte, o Ministério da Saúde deve promover treinos funcionais gratuitos, em parques e praças, com a instrução de professores de educação física, todos os dias e em dois horários diferentes. A fim de que o maior número de pessoas possa participar e realizar atividades físicas regularmente. Assim, a população poderá ter uma vida melhor.