Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/09/2019
Antigamente, a vida na terra era movimento o tempo inteiro, nossos ancestrais viviam em cavernas, pescando, caçando, procurando alimentos e fugindo de predadores. Hodiernamente, as coisas mudaram, foi adquirido o hábito do sedentarismo, devido as facilidades e acomodações da vida moderna, consequentemente foi surgindo problemas de saúde.
Com o surgimento das grandes redes de academias, é normal em uma cidade ver uma academia em cada esquina, apesar disso o número de pessoas sedentárias vêm aumentando. As acomodações do mundo moderno em conjunto com a diminuição de profissões que fazem as pessoas andarem (a maioria estão sentadas nos escritórios) trazem consequências direta e indiretamente como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, falta de disposição excessiva, dentre outras. Pesquisas e estudos já mostram que o sedentarismo mata tanto quanto o cigarro.
Alguns dados nos mostra que pessoas de grandes cidades e países com alta renda per capita são as menos ativas, o percentual de sedentarismo aumenta ainda mais quado falamos de mulheres. As principais causas são falta de segurança para se fazer exercícios na rua e praças públicas em consonância com a falta de tempo, gerada pela grande quantidade de afazeres do dia a dia. Com isso o hospital Albert Einstein realizou a ação intitulada “a corrida da sua vida” pelas ruas de São Paulo. Em parceria com uma empresa de táxi, o hospital convidou os passageiros a descerem um quarteirão antes do destino final. O objetivo era estimular a adoção de hábitos saudáveis, com uma pequena mudança de mentalidade.
Em suma, deve ter um investimento do governo municipal em praças adequadas para o exercício físico e alongamentos, também o policiamento e vigilância, para que as pessoas se sintam seguras em realizar tal prática. Também se ver necessários projetos sociais como o do hospital Albert Einstein, para que as pessoas tenham uma mudança de mentalidade e passem a ver o exercício físico como fundamental.