Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 17/09/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com outro. No entanto, quando se observa o sedentarismo no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal Iluminista e constatado na teoria e não realizado na prática e a problemática intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências da tal postura negligente para a sociedade.
E inteligível que a questão envolve a comunidade em geral social e a sua aplicação estejam entre causas do problema. Segundo Instituto Gravity apenas 30,7% da população faz atividade física na região de São Paulo, em vista que ao todo 66% apresenta sedentarismo, que por sua vez é uma média bastante alta. De maneira análoga e possível perceber que, no Brasil, o sedentarismo e característico pela ausência de exercícios físicos, fazendo com que a saúde entre em declínio e esteja suscetível a fração de doenças cardiovasculares como, pressão alta, diabetes, AVC, obesidade, e por sua vez podendo apresentar indicio de depressão, rompe essa harmonia, haja vista que o individuo pode trazer a diminuição de funcionalidade em sua globalidade, acarretando em mortes prematuras atreladas a esse mal do século.
Outrossim, destaca-se o sedentarismo subordinado à meios de entretenimento, sendo preferível por parte das pessoas permanecerem em casa e desfrutarem de um programa televisivo ou algo do gênero, como impulsionador do problema. De acordo com o sociólogo Max Weber, nós seres humanos que guiamos a sociedade através das ações sociais, dotada de irracionalidade tradicional. Seguindo essa linha de pensamento observa-se que as ações individuais que são feitas por costumes cotidianamente, nesse interim pode-se destacar que a inatividade física corresponde à hábitos sedentários decorrente do conforto da vida moderna. No filme Wall-e produzido pelo Andrew Staton, conta a historia da realidade futurística, no qual contem cenas em que humanos estão interligados a tecnologia, acomodados sobre a vida que levam sem ao menos conseguirem realizar atividade básicas, sob o mesmo ponto de vista a qual não esta distinta e a realidade da sociedade.
E evidente, portanto que há entraves para garantir a solidificação da saúde social que visem na construção de uma sociedade ativa. Destarte, ao Ministério da Saúde (OMS) propor incentivos através de campanhas publicitarias estimulando à propagação de educadores físicos, instruindo debates ao sedentarismo a fim de que o tecido social se depreenda de certos costumes para que não viva na realidade acunhado por doenças atribuídas. Como já dito o filósofo Charles De Saint-Évremond a saúde como fortuna, deixa de favorecer os que abusam dela.