Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 22/09/2019

A medicina define pandemia como uma doença amplamente disseminada. Em vista disso, percebe-se que o sedentarismo tem se comportado como autêntica pandemia, que contamine prejudica a vida de milhares de indivíduos na atualidade. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse problema.

Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel, ’’ o ser humano é influenciado pelo tempo horizonte que vive’’. Nesse âmbito, nota-se que o sedentarismo tem influenciado a sociedade de forma negativa. A exemplo disso, concordante estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde - OMS -, os brasileiros lideram o índice de sedentarismo no mundo, 47% da população não pratica atividade física para manter-se saudável. Logo, tal comportamento contribui com proliferação dessa mal.

Outrossim, vale destacar os malefícios à saúde que o sedentarismo ocasiona. Nessa conjuntura, consoante pesquisa realizada na Cidade do México, a falta de exercícios físicos são os principais fatores que desencadeiam a obesidade, influenciando, também, a diminuição da expectativa de vida e no aumento das doenças cardiovasculares. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para superar esse hábito.

Portanto, medidas são cruciais para minimizar essa realidade. Em primeiro plano, é necessário que o Ministério da Saúde estabeleça um plano nacional de educação alimentar, o que poderá ser feito por mapeamento das regiões mais afetadas por doenças atreladas ao sedentarismo e má alimentação, criando um centro de recuperação nas áreas mapeadas, disponibilizando nutricionistas e educadores físicos aos pacientes. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações de modo a conscientizar os dicadões e, ainda, instrui-los a buscar ajuda médica, quando se sentirem vítima dessa doença. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso um início para combater essa pandemia.