Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 28/10/2019

Isaac Newton, por meio da inércia, afirma que tudo que está em movimento tende a permanecer em movimento, até que uma força suficiente atue sobre ele, o que faz com que mude de percurso. O sedentarismo é um problema que persiste na sociedade brasileira. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o caminho da persistência para a extinção, a falta de atividades físicas e uma má alimentação acabam por contribuir com a situação atual.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o sedentarismo prejudica 47% da população do Brasil. Tal dado evidencia que a problemática está presente no país, visto que causa o surgimento de doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto no miocárdio e em alguns casos mais graves até a morte. Como também, o acumulo de gorduras e atrofia muscular.

Entretanto a questão está longe de ser resolvida.  A falta de atividades físicas é umas das principais causas para esse mal, segundo o site “Abeso” 47% da população em idade adulta no Brasil não pratica atividades físicas suficientemente, e a recomendação da OMS é de praticar ao menos duas horas e meia de esforço moderado por semana. Além disso, o consumo exagerado de alimentos industrializados faz com que dificulte a resolução do impasse.

Portanto, ao considerar os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de uma tomada de medidas que realizem a mudança do percurso. Sob a perspectiva filosófica de Immanuel Kant, o homem é fruto da educação. Dessa forma, urge que o Ministério da Educação (MEC) - ramo do estado responsável pela formação civil - crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nas ruas e escolas, informando sobre os perigos do sedentarismo, incentivando a pratica diária de exercícios  físicos e boa alimentação, com o intuito de diminuir esses índices. Só assim, será possível mudar o caminho da persistência para a extinção.