Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 22/10/2019
Desde os primórdios, por natureza, o ser humano utilizou seu corpo para a caça, pesca e colheita. A tecnologia evoluiu como potencial ameaça da natureza do homem, pois ele precisa estar em movimento. Neste caso, o sedentarismo se justifica por dois problemas: a informação equivocada da finalidade dessas tecnologias e a ignorância que se tem dos benefícios da atividade física.
Em primeiro lugar, as tecnologias são uma forma de facilitar a vida da população, um exemplo é a criação do avião, como uma forma de chegar mais rápido ao destino desejado. Contanto, há uma informação equivocada, que passa o sentido de que essas tecnologias irão deixar a pessoa preguiçosa. De fato, alguns irão ficar sedentários, não por conta da evolução, e sim por causa da sua frustração da substituição do seu trabalho, o que não justifica querer impedir o desenvolvimento.
De acordo com o economista Ludwig Von Mises: " As pessoas precisam parar de acreditar em slogans absurdos e voltar a confiar na sensatez da razão." A maioria dos seres humanos dedicam muito tempo à redes sociais, elas são um meio de lazer e não um estilo de vida. Há aplicativos que auxiliam à prática de exercícios físicos e, outro fator, existe a falta de influência do Estado, que não dá a importância para a educação física nas escolas.
Segundo os argumentos supracitados, é necessário conscientizar a população dos perigos do sedentarismo. O Governo, por meio do Ministério da Educação, devia dar mais importância para a educação física, trazendo projetos de esportes diversificados que irão agradar mais alunos. É dever também do Estado, por meio de políticas públicas, distribuir cartazes que tragam a informação da verdadeira finalidade das tecnologias, fazendo com que as pessoas tenham a ciência de que não devem ficar frustradas, isso irá motivá-las a ter criatividade para acompanhar o desenvolvimento. Assim, as pessoas poderão “escapar” do sedentarismo e do verdadeiro mal do século: a falsa informação.