Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 31/10/2019

A Primeira Lei de Newton diz que um corpo tende a permanecer em repouso quando não há nenhuma força exercida sobre ele. Análogo a isso, o sedentarismo está cada vez mais comum na sociedade brasileira, já que nem o Governo, nem os próprios indivíduos, estão agindo para sair dessa inércia. Esse mal é agravado pelas novas tecnologias e pode gerar diversos problemas aos seres humanos.

Mormente, é imperioso destacar que as modernizações hodiernas facilitam o trabalho humano, todavia agravam o sedentarismo. Isso porque, após a Terceira Revolução Industrial, criou-se novas inovações e essas solucionam grande parte das atividades humanas, como o simples ato de consultar a conta bancária. Dessa forma, a sociedade opta pelos meios mais tecnológicos, preferindo o carro ou o vídeo game, no lugar do uso de bicicletas ou um passeio ao parque, por exemplo.

Outrossim, vale ressaltar que essa inércia traz diversas complicações à saúde humana. Tal fato é visto na animação “Wall-E”, no qual retrata pessoas sedentárias e obesas sendo guiadas pelos meios tecnológicos. Assim, fora da ficção, a falta de exercícios físicos gera a obesidade, como vista no filme, além de outros problemas como a hipertensão, diabetes e colesterol. Consoante a Organização Mundial da Saúde, o sedentarismo é o quarto fator que mais causa mortes no mundo. Portanto, a prática de exercícios é fundamental para evitar essas doenças.

Destarte, é indubitável a necessidade de mudanças. Cabe ao Ministério da Saúde, junto à prefeitura de cada cidade, proporcionar programas como o Academia da Saúde, por meio de verbas governamentais, a fim de estimular a prática de atividades físicas e alimentação saudável em todos os municípios, para todas as idades. Ademais, a mídia deve divulgar propagandas sobre os riscos que o sedentarismo traz para a saúde individual, por intermédio de anúncios televisivos, para alertar a população acerca desse mal. Somente assim, os seres humanos rompem com a Lei física supracitada e a doença vista em “Wall-E” é evitada.