Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 01/11/2019
Sedentarismo é uma condição na qual o indivíduo não realiza o mínimo de atividade física diária. Nesse contexto, sabe-se ainda dos altos índices de sedentários do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esse grupo constitui cerca de 50% dos adultos no Brasil. Diante disso, é imprescindível analisar suas causas e consequências.
A priori, é válido pontuar que a Revolução Técnico-Científico-Informacional, iniciada na segunda metade do século XX, possibilitou a inserção de artigos tecnológicos no cotidiano dos cidadãos. De acordo com uma pesquisa publicada pelo portal G1, os brasileiros passam cerca de 4 horas conectados à rede. Desse modo, as pessoas tendem a passar cada vez mais tempo online e menos tempo praticando atividades que provoquem movimento, consequentemente, ocorre um aumento do sedentarismo.
Outrossim, é imperativo destacar que a ausência de um gasto mínimo de calorias diárias pode levar a outras enfermidades e a fatores de risco, tais como, maior propensão ao diabete, tendência ao ganho de peso, aumento da pressão arterial, maximização do perigo de infarto e pode levar a depressão. Dessa forma, percebe-se que o sedentarismo pode ser considerado o grande mal do século por gerar incontáveis impactos negativos na saúde do indivíduo.
Logo, é mister que o Ministério da Saúde em parceria com as prefeituras municipais, promovam atividades esportivas nos bairros geograficamente estratégicos das cidades, disponibilizando nutricionistas e educadores físicos de modo que esses estejam habilitados, respectivamente, a auxiliar a população na busca de uma alimentação melhor e a realização de atividades físicas diárias em locais como praças, quadras, campos, entre outros. Conjuntamente a isso, a seara midiática deve instituir propagandas que deem ênfase aos benefícios de se praticar o mínimo de movimentação no dia-a-dia. Assim, os incontáveis efeitos prejudiciais do sedentarismo poderão ser amenizados.