Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 01/04/2020
Em uma das cenas do filme Wall-e, evidencia-se humanos totalmente conectados ao mundo digital, e o nível alarmante de sedentarismo em que se encontram. Fora da ficção, a realidade no Brasil não é muito diferente. O número de pessoas sedentárias cresce grandemente, causando sobrepeso e problemas de saúde. Nesse contexto, deve-se analisar como a falta de exercícios físicos e a tecnologia são a problemática em questão e como combate-la.
É evidente que um corpo sem praticar atividades físicas tende a ter um grande acúmulo de calorias. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 40% da população brasileira não pratica nenhum tipo de atividade física. A consequência disso é o aumento crescente de problemas de saúde que pessoas obesas podem desenvolver com facilidade como: atrofia muscular, hipertensão arterial, perda de flexibilidade articular e o comprometimento de vários órgãos.
Além disso, a tecnologia tem compactuado com o sedentarismo de diversas maneiras, pois, o modo de fazer diversas atividades tem evoluído e podem ser resolvidas com apenas um clique ou toque na tela. Aumentou, também, o número de pessoas que trabalham exclusivamente com mídias digitais. Consequentemente, tem se passado mais horas dentro de casa em frente a tv, computador ou com o celular em mãos.
Torna-se evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para a problemática em questão. Para isso, o Ministério da Educação deve ampliar sua matéria de educação física, abordando as consequências que o sedentarismo trás. Dessa forma, desde os primeiros anos escolares até a vida adulta, tenha-se pleno conhecimento dos danos a saúde causadas pelo sedentarismo. Ademais, o Ministério da Saúde deve intervir através das mídias sociais, disseminando informações sobre o abuso do uso da internet e dos meios digitais e suas consequências. Assim, é possível ter hábitos saudáveis e o sedentarismo deixará de ser um problema.