Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 01/04/2020

O documentário “Vida em movimento”, dirigido por Eduardo Rajabally aborda como o mundo enfrenta a pandemia do sedentarismo, ameaça silenciosa que ganhou força nas últimas décadas devido ao estilo de vida adotado pela sociedade, especialmente nas grandes cidades. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, o sedentarismo é o mal do século, visto que, infelizmente, o consumismo exacerbado, assim como a ausência de atividades físicas, persistem na ocorrência dessa problemática.

Preliminarmente, é pertinente elencar que o consumo hiperbólico dificulta a resolução desse problema. Dessa forma, o filme “Food Matters” investiga os impactos dos alimentos consumidos sobre a saúde dos indivíduos. Sob esse ângulo, conforme o portal de notícias G1, aproximadamente 67% da população acusa o consumo de industrializados como causa do sedentarismo. Portanto, visivelmente, a praticidade oferecida diante das rotinas frenéticas da sociedade e também, ao baixo custo em relação aos alimentos saudáveis são fomentadores dessa peripécia.

Outrossim, a escassez de práticas de exercícios físicos é um impulsionador desse fato. Dessarte, segundo o jornal O Globo, 48% dos moradores da cidade de São Paulo são considerados sedentários por não praticarem esportes. Desse modo, a primeira Lei de Newton afirma que “um objeto permanecerá em repouso a menos que tenha seu estado alterado pela ação de uma força externa”. Logo, evidentemente, a inatividade física é um promotor dessa adversidade, dessa forma,  deve haver a atuação de um estímulo para combater esse fato.

Em vista dos fatos elencados, é necessário a diminuição de consumo a alimentos industrializados, bem como a efetuação de esportes com o intuito de minimizar ou extinguir a crescente e alarmante pandemia do sedentarismo. Destarte, cabe ao Ministério da Saúde criar programas sociais que denotem os malefícios de uma má alimentação, como workshops e palestras, por meio de orientações de nutricionistas e nutrólogos, na finalidade de refutar o documentário “Vida em movimento”. Ademais, a Secretária Especial do Esporte deve criar projetos esportistas que busquem envolver a população, como a formação de academias em locais públicos e praias democratizando, dessa maneira o acesso à atividades físicas, por intermédio de profissionais e pesquisadores da área, com o objetivo de acionar a força externa denominada na lei Newtoniana.