Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 18/05/2020
Segundo o G.1, portal de notícias da rede Globo, 44% da população brasileira se exercita diariamente. Partindo desse pressuposto, conclui-se que mais da metade das pessoas não possui hábitos de praticar atividade física, consolidando o sedentarismo, sendo inadmissível para uma sociedade que almeja melhores qualidades de vida. Em sumo, tal problemática está relacionada aos avanços tecnológicos somado a obesidade.
Inicialmente, a Terceira Revolução Industrial em meados do século XX, foi de extrema importância para facilitar a vida do ser humano. Todavia, os avanços tecnológicos possibilitou a estaticidade, uma vez que a comunicação pode ser realizada sem o deslocamento, e se caso precise, os diversos meios de transporte com sua dinamicidade inviabiliza o esforço físico. Ademais, a medicina tradicional do ocidente, apoiada no uso de substâncias químicas para solucionar problemas, permite inconscientemente o descaso com a saúde. Com efeito, os hospitais brasileiros sempre estão com filas enormes, tornando-se mais viável a saúde preventiva.
Em seguida, a obesidade é uma doença pouco discutida, que se tornou epidemia. Nesse âmbito, analisando o seriado Quilos Mortais, percebe-se os inúmeros desafios enfrentados, entre eles a locomoção, que torna dolorosa e cansativo. Entre os precursores estão o Delivery- aplicativos alimentícios- que permite a praticidade, com alimentos calóricos ricos em carboidratos e gorduras. Por conseguinte, quanto maior for a camada de tecido adiposo na população, será consolidado o sedentarismo.
Diante dos fatos supracitados, entende-se os principais obstáculos que permite a consolidação dos hábitos sedentários. Assim, é necessário que o Ministério da Saúde desvincule tal problemática. Por meio da mídia e palestras nas escolas, expondo a importância dos exercícios diários com alimentação balanceada, e seus benefícios fisiológicos e mentais, com intuito de promover uma sociedade saudável. Por certo, será alcançado, melhores qualidades de vida.