Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 26/05/2020

Considerado um grande distúrbio da idade contemporânea, o sedentarismo pode ser caracterizado principalmente pela ausência de atividades físicas na rotina e no estilo de vida adotado por cada um, atingindo especificamente quem possui um gasto calórico pequeno e  quem pratica menos de 90 minutos de exercícios físicos por semana, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o que eleva substancialmente a chance de sofrerem com diversos problemas de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, em 2017, 3 em cada 100 mortes podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo, relacionados a doenças cardiovasculares, diabetes e até mesmo alguns tipos de cânceres. Além dessas doenças, uma pessoa sedentária ainda pode desenvolver atrofia ou fraqueza óssea e muscular e obesidade, o que também acaba desencadeando outras séries de problemas no organismo.

O acelerado ritmo de vida dos trabalhadores nas ultimas décadas, dificulta ainda mais a pratica de atividades físicas, o que é de suma importância para abandonar alguns hábitos tão prejudiciais. A prática de esportes é fundamental para a prevenção de doenças, melhora no condicionamento físico, nos distúrbios de sono, no controle do peso, alívio do estresse, promovendo um bem estar físico e mental.

Sendo assim, faz-se necessário, um trabalho conjunto entre Estado e cidadão para minimizar as adversidades. Os estados em parceria com os meios de comunicação, devem transmitir mais informações sobre os malefícios do sedentarismo, incentivando a pratica de exercícios físicos. A partir daí, deve partir de cada individuo, uma adaptação ao dia a dia inserindo atividades que coloquem em movimento os órgãos do corpo como um todo, não estando ligadas apenas ao esporte, mas também a atividades cotidianas como, tarefas domesticas, passear com o cachorro, caminhar para o trabalho, para que assim o ser humano se  beneficie de uma melhor qualidade de vida.