Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 20/06/2020
Durante a Revolução Industrial, os operários trabalhavam em média 16 horas por dia, sem sobrar tempo para se dedicar às atividades físicas. Hodiernamente no Brasil, a carga horária foi reduzida, porém as pessoas continuam sem tempo para exercer exercícios físicos. Isso se deve, sobretudo, aos confortos da vida moderna e ao cotidiano corrido. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.
A priori, a vida moderna contribui para o aumento do sedentarismo. Isso ocorre, pois o conforto e facilidade é acompanhado da acomodação, como por exemplo os controles remotos, proporcionando o aumento de doenças cardíacas, diabetes entre outros.Segundo o Ministério da Saúde, 3 em cada 100 mortes no país tem influência direta com a vida sedentária. Logo, é necessário uma revisão do estilo de vida dos brasileiros. Em vista disso, urge que medidas sejam tomadas para alterar essa triste realidade.
A posteriori, o cotidiano corrido da população, tem como consequência o sedentarismo como mal do século. Tal fato ocorre, porque a carga horária dos trabalhadores somada as outras atividades do cotidiano, fazem com que não sobre tempo para cuidados com o corpo e a saúde. De acordo com o filósofo Arthur Schopenhauer, " O maior erro que um Homem pode cometer é sacrificar sua saúde a qualquer vantagem". Assim, até quando a população irá sacrificar sua saúde por terceiros? A desconstrução dessa normalidade se faz imediato.
Torna-se imprescindível, portanto, tomadas de atitudes que mitiguem a obesidade. É papel do Ministério do trabalho,criar medidas, como academia nas empresas ou diminuição da carga horaria, por meio de uma parceria com o Ministério da Saúde com o propósito de reduzir o número de pessoas sedentárias no país, para que assim não se cometa os mesmos erros do passado.