Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 04/07/2020

Segundo a Lei da Inércia, de Newton, um corpo tende a ficar parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da física, um corpo humano na mesma condição da falta de mobilidade tende a estar sedentário. Nesse contexto, a falta de informação a respeito dos malefícios causados pelo sedentarismo a saúde tais como aumento de doenças e rebaixamento da autoestima aumenta causas de morte no século 21.

Deve-se pontuar, de início, que a baixa autoestima é um efeito colateral do sedentarismo. Melhora o humor. Beneficia a qualidade de sono. Reduz estresse e a depressão. Essas são  as vantagens da conversão do tempo gasto em pensamentos negativos para prática de atividades físicas como também, uma maior estimulação da produção de endorfinas essas que elevam o bom humor. Ademas, problemas a respeito da autoimagem e estéticos ligados à obesidade podem diluir-se com gasto de calorias.

Em segunda análise, doenças causadas em fator do sedentarismo é um grande impasse para aumentar a expectativa de vida brasileira. Dados publicados pela revista Lancet são impactantes em razão do seu grande número de vítimas cerca de 13,2% das mortes estão ligadas a falta do hábito de atividades físicas. O sedentarismo é uma consequência do aumento do uso da tecnologia entre os jovens brasileiros segundo a Organização Mundial da saúde (OMS) 84% dos jovens de 11 a 17 anos são sedentários.

É evidente, portanto, que a desinformação é um fator que aumenta a quantidade de sedentários. Nesse sentido, cabe ao Ministério da saúde incentivar a população brasileira a praticar atividade física. Isso deve ser feito mediante a aulas semanais práticas e teóricas voltadas para a população local em praças públicas orientadas por um profissional na área da educação física. essa medida visa incentivar a população a praticar exercícios físicos e consequentemente ter uma maior expectativa e qualidade de vida.