Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 07/07/2020
O modo que o homem participa da natureza é transformado constantemente ao logo dos tempos. No período Neolítico, marcado pelo desenvolvimento da agricultura e pelo adestramento de animais, o homem deixou de ser nômade e passou a ser sedentário. Esse processo foi determinante para o surgimento de vilas e posteriormente das grandes cidades. Entretanto, atualmente, o sedentarismo é responsável por diversas doenças que afetam, diariamente, a população. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevante: os avanços tecnológicos e a educação.
Em princípio, é possível notar que a tecnologia tem como objetivo facilitar a execução de diversas tarefas, no entanto, a utilização incorreta pode ser muito prejudicial. Por exemplo, tanto no uso de um automóvel para ir a um mercado próximo, quanto no uso excessivo de jogos eletrônicos em detrimento às atividades esportivas, evidencia-se a diminuição de perdas calóricas, caracterizando o sedentarismo. Assim, o uso sem exageros e correto das tecnologias é imprescindível para a diminuição do problema.
Todavia, outro grande fator que contribuiu para que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, quarenta e seis por cento dos adultos do país serem sedentários é a falta de consciência de boa parte da população. Conforme o filósofo Immanuel Kant: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, o sedentarismo é fruto da falta de uma educação adequada em relação a importância das atividades físicas. Visto que, a prática de exercícios é essencial para a prevenção de doenças. Então, promover a educação da população sobre os exercícios físicos é primordial.
Enfim, diante dos argumentos supracitados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. Dessa forma, o Ministério da Educação deve educar a população sobre o uso correto de tecnologias e sobre os benefícios da prática de atividades físicas, por meio da criação de um canal televisivo exclusivo para programas tanto sobre as formas benéficas de uso das máquinas atuais, como também sobre as diversas formas adequadas de exercícios para as perdas calóricas. Dessa maneira, será possível garantir a redução do sedentarismo e, assim, o desenvolvimento de uma sociedade mais saudável.