Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 04/09/2020
A Organização Mundial da Saúde propõe que todos devem ter um tratamento digno para com a saúde pública.Entretanto,o que ocorre no cenário atual brasileiro demonstra que essa proposta está longe de ser cumprida,por conta da inocuidade do governo em relação a projetos sociais que diminuem a taxa de sedentarismo brasileiro.Além disso,um estudo aponta que mais de 67 milhões de brasileiros estão tomados pelo sedentarismo de acordo com o Ministério do Esporte,que pode levar a população a um drástico aumento de peso.
A priori,um dos maiores célebres sociólogos do século XIX,Émille Durkheim,aponta que,a sociedade pode ser comparada a um “organismo vivo”,pela funcionalidade integrada.A partir desse contexto,o hábito alimentar de milhares de pessoas,pode afetar os outros pela realidade social.Com isso,pode trazer doenças como diabetes,problemas cardiovasculares e até levar a morte se não forem tratadas de forma devida pelo indivíduo.
De acordo com o (IBGE),em 2018 a tecnologia tomou o lugar das atividades físicas e de hábitos alimentares saudáveis de grande parte da população brasileira,que resulta em um grande contingente de pessoas acima do peso.Dessarte,só ratifica o capitalismo cultural,visto que uma grande maioria da população que busca pelo rápido e fácil cresceu relevantemente durante os anos,princípio este explicado pelo sociólogo Zygmunt Bauman na modernidade líquida atual.
Por fim,cabe ao Governo Federal,através de investimentos públicos,promover palestras em escolas,projetos sociais e construção de academias públicas que podem induzir uma maior busca pelo hábito saudável.Por conseguinte,conseguirá diminuir o número de pessoas obesas no Brasil,o que gerará um país mais saudável e menos sedentário,a exemplo do que ocorre na Espanha,melhor país em saúde pública e que possui poucos índices de sedentarismo.