Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 12/09/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada, a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre o sedentarismo na sociedade brasileira, que evidencia um cenário preocupante de saúde pública. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre a falta de investimentos em locais público para prática de exercício físico, bem como dos males a saúde que o sedentarismo propõe.
Convém ressaltar, a princípio, que a falta de investimentos para ampliação de espaço para atividade física contribui para o aumento de pessoas sedentárias. À luz dessa questão, é coerente citar dados do jornal G1, no qual afirma que somente vinte e oito porcento das cidades brasileiras são beneficiadas com locais de atividade física. Diante desse cenário, tal realidade agrava o quadro para o aumento do sentarismo, uma vez que, a falta de espaços para prática de exercício, configura uma sociedade sem incentivo para atenuar a realidade do sedentarismo, o qual traz consigo uma péssima qualidade na saúde.
Outrossim, os agraves na saúde causada pelo sendentarismo é uma realidade na sociedade brasileira. Nesse perspectiva, de acordo com a revista Saúde e Bem-Estar, os casos de doenças relacionadas a falta de exercício físico aumentou em oitenta porcento nos últimos cinco anos no Brasil. Apesar dessa triste realidade ser evidente no meio social brasileiro, casos como esses são bem evidente na sociedade, seja ela causada pela falta de conciência sobre os perigos de tal problema a saúde cadíaca, como também, pela ausência de incentivos de órgãos da saúde na conscientização para prática de exercícios que contribuam na regulação dos níveis de calesterol.
Depreende-se, portanto, que medidas pragmática são essencial para ressolução desse problema. Sabendo disso, urge que o Poder Executivo, órgão responsável por administrar os interesses públicos, crie, por meio de verbas governamentais, programas de ampliação de espaços de atividade física, com intuito que esse projetos venha beneficiar pessoas a saírem do sedentarismo e terem uma vida mais saudável. Cabe, também, ao Ministério da Saúde, a criação de propagandas televisivas sobre a importância da atividade física na prevenção de doenças cardiovasculares, com intuito que a sociedade concientiza-se sobre o benefício de tal ato para saúde e bem-estar do indivíduo. Feito isso, cenário como o exposto pela revista Saúde e Bem-Estar, não será mais uma realidade na sociedade brasileira.
práticas como esse pode ser tornar comprometedoras no bem-estar do indivíduo. Nessa conjuntura, ver-se que a pratica de exercício se torna imprescindível para o sedentarismo, na qual com a queima de calorias ajuda a diminuição de pessoas obesas na sociedade.
com o advento do êxodo rural o trabalho se tornou mais
vem promovendo consequência na saúde
Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. Contudo, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto o que o autor prega, uma vez que