Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/10/2020

Com o advento da internet no século XXI, diversos impactos sociais surgiram na sociedade. Por meio das novas tecnologias, nota-se cada vez mais a falta de atividades físicas por parte de adolescentes e adultos, o que torna esse problema algo cada vez mais perigoso a saúde sendo favorável não só ao surgimento de doenças crônicas, mas também psicológicas.

Antes de tudo, é necessário destacar como os meios de comunicação são favoráveis ao sedentarismo e como eles podem ser causadores de mortes pelas DCNT’s (Doenças crônicas não transmissíveis). Evidenciando tal discussão, tem-se que o uso excessivo de aparelhos eletrônicos juntamente com a falta de exercícios físicos é a principal causadora das doenças cardiovasculares como hipertensão e o acidente vascular cerebral, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Tendo isso em vista, é claro como a tecnologia pode influenciar potencialmente a saúde da população que está sendo manipulada a cada vez mais fazer o uso dessa modernidade.

Ademais, fica-se evidente a falta de conhecimento por parte da população sobre tais consequências do sedentarismo e como evitar a falta de práticas físicas. No entanto, com a aparição das doenças crônicas, começasse a surgir também problemas psicológicos como ansiedade e depressão, que podem ser consideradas também fatores preocupantes para a saúde pública sendo responsáveis por grande faixa de mortalidade de adolescentes no cenário atual. Com isso, constata-se os principais fatores que podem ser maléficos para a saúde dos jovens da sociedade, sendo um agravante ainda maior para as crianças.

Em resumo, observa-se como o sedentarismo é algo prejudicial e como isso não está sendo abordado pelas escolas e meios de comunicação em geral. Com a finalidade de irradiar as mortes causadas por esta barreira, cabe ao ministério público e aos meios de comunicação, transmitir a ideia de como é necessário a prática de exercícios físicos, por meio de programas nas escolas e vídeos em canais como Facebook e YouTube para adultos sobre como praticar atividades em casa.