Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 04/11/2020

Na obra “A República”, do filósofo Platão, é retratado uma cidade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela escassez de conflitos problemas. Entretanto, esse panorama está longe de ser uma realidade, quando se trata do sedentarismo no Brasil, a qual se torna um impasse por prejudicar a saúde da população. Nesse sentido, isso se deve pela falta de educação esportiva, como também por causa da ausência de acessibilidade a profissionais especializados.

Em primeira análise, cabe ressaltar que o ineficiente ensino esportivo é uma das razões pela qual o imbróglio ainda perdura. De acordo com o filósofo Sêneca, “A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”. Nesse contexto, não distante do pensamento, observa-se um cenário, no qual os cidadãos brasileiros não é educação de forma que executem atividades físicas, apesar disso, se tem a matéria de educação física nas escolas, mas é insuficiente. Dessa forma, é inaceitável que o sedentarismo permaneça na sociedade, consequentemente pela inércia de intervenção do Estado.

Ademais, vale salientar outra dificuldade enfrentada é a inviabilidade de profissionais qualificados. Segundo o Instituto de Geografia e Pesquisa (IBGE), a concentração de riqueza no país se encontra sob domínio de 1% da população. Logo, entende-se que as classes desfavorecidas não desfrutam dos serviços de saúde, por faltar poder aquisitivo para ter um tratamento de qualidade, assim sendo expostos a problemas de saúde como a obesidade e o sedentarismo.

Depreende-se, portanto, a necessidade de solucionar a problemática. Para tanto, o Ministério da Saúde (MS), ramo responsável pela saúde do país, deve promover palestras, por meio de campanhas e debates, objetivando mostrar a importância de praticar exercícios físicos. Além disso, compete ao Governo Federal, setor encarregado da administração territorial brasileiro, promover mutirões anti-sedentarismo nas comunidades, por intermédio de prefeituras locais, a fim de levar esses profissionais as pessoas de baixa renda.