Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 24/11/2020

Na marcante animação “Wall-E”, devido a poluição, os seres humanos são obrigados a deixarem a terra e viverem dependentes da tecnologia, se tornando extremamente sedentários e acima do peso. Considerando o filme por outro ângulo, cabe a ponderação envolta do mal do século, o sedentarismo, de modo que resultados como doenças cardiovasculares e diabetes necessitam de intervenções para atenuar esses problemas.

Diante de tal cenário, é válido ressaltar que a falta de movimentação é considerada um comportamento de risco para o desenvolvimento de doenças, principalmente as cardiovasculares, as quais são responsáveis pelas maiores taxas de morbidade e mortalidades no mundo. Em tal caso, segundo dados do Vigitel, pessoas sedentárias têm 30% de chance a mais de morte do que uma pessoa que pratica 30 minutos de exercícios diários. Sendo assim, torna-se comum visualizar no âmbito social, notícias que retratem essa polêmica.

Além disso, a diabete vêm ocupando grande notoriedade em questões sobre o tema, visto que, as principais vítimas da doença possuem hábitos ruins, afirmam os especialistas. Ainda, de acordo com dados recentes do Ministério de Saúde, mais de três milhões de pessoas perdem suas vidas por faltas de atividades físicas, e, a tendência de crescimento da doença no Brasil e no mundo é aumentar. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, em 2030 o diabetes será a sétima principal causa de mortes no mundo – hoje, é a nona.

Em face a tais informações, fica evidente, portanto, que intervenções são necessárias para combater o sedentarismo no mundo. Por isso, cabe ao Ministério da saúde promover campanhas conscientizando e relacionando a falta de exercícios com tais doenças crônicas. Outrossim, o Ministério da Educação poderia desenvolver projetos sociais, como gincanas e jogos, que incentivem o início de esportes, para que assim possamos ver um futuro menos sedentário e mais saudável.