Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 24/11/2020

Na modernice com a vinda da tecnologia, houve mudanças significativas na rotina do povo brasileiro. Dessa forma, nota-se que o cuidado com a saúde e as atividades ficam em segundo plano. Nessa circunstância, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como o desenvolvimento de doenças, em decorrência de um novo surgimento de cotidianos.

Em primeira análise, cabe pontuar que segundo o instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), mais de 60 milhões de pessoas são sedentárias. Por conseguinte, o baixo gasto calórico semanal, desencadeia um certo ambiente predisposto à evolução de doenças, tais como a diabetes, a osteoporose entre outros. Além disso, todas essas falhas reduzem a qualidade de vida.

Além disso, convém frisar que grande parte dos municípios tem necessidade de academias populares. Como resultado, pessoas que não possuem renda  para arcar com atividades físicas particulares são impossibilitadas de exercitarem-se, dando espaço ao sedentarismo. Outrossim, que cidadãos se arriscam no meio carros, caminhões, e estradas perigosas para andar de bicicleta ou até mesmo fazer uma caminhada.

Em vista disso, medidas são necessárias para resolver este impasse. É substancial que o Governo Federal junto com os governos municipais, elaborem um plano de obras, visando estruturar as cidades com ciclovias, academias populares, com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos moradores e reduzir o número de pessoas sedentárias e portadoras de doenças causadas por esse mal.