Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 25/11/2020
No período paleolítico o homem primitivo precisava se movimentar constantemente, seja caçando ou coletando, porém os tempos mudaram, e hoje os humanos contemporâneos quase não se exercitam mais, a grande maioria da população trabalha sentada, também conseguimos resolver quase tudo em casa dês de pagar contas até mesmo se comunicar com parentes e geralmente nós nos locomovemos com meios de transportes mecânicos , graças a isso temos uma sociedade sedentária e doente.
O sedentarismo pode ser considerado o mal do século pela facilidade de se ‘‘contrair’’ na nossa realidade contemporânea, essa condição é a responsável por muitas doenças como a obesidade, hiper tensão arterial, diabetes, LDL, morte súbita, atrofiação muscular e infarto do miocárdio A vida parada é responsável também por muitas doenças mentais como a ansiedade, indisposição e depressão.
A improdutividade no trabalho também pode ser culpa da falta de atividades físicas, pois como elas ajudam na área mental elas também vão ajudar no seu desempenho no trabalho, logo praticar algum exercício pode não só fazer bem para sua saúde, mas bem como para a sua carreira
Para alguem deixar de ser considerado sedentário é muito simples, o individuo deve praticar 30 minutos de exercicios diariamente e gastar aproximadamente 2,200 calorias por dia, uma boa solução para deixar de ser sedentário mesmo sem tempo no dia dia é caminhar até o trabalho, ou na volta para casa, trocar elevadores por escadas, e praticar atividades domesticas como: varrer a casa, lavar a louça, cozinhar algo, etc…, agora para quem tem 30 minutos disponíveis no dia uma boa solução é caminhar ou correr seja em um parque ou mesmo em casa, investimentos governamentais também podem ser de grande utilidade nessa luta contra o sedentarismo, como por exemplo em palestras sobre como organizar o seu tempo, pois eu vejo que boa parte das pessoas que não praticam nenhuma atividade fisica não é por culpa necessariamente da nossa infraestrutura e sim pela falta de tempo