Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 30/11/2020
Na contemporaneidade, com o avanço da tecnologia houveram mudanças significativas na rotina da população brasileira. Dessa forma, nota- se que as atividades físicas e cuidados com a saúde tem ficado em segundo plano. Nesse contexto, existem fatores que que não podem ser negligenciados, como a maior facilidade para o desenvolvimento de doenças como diabetes, hipertensão, problemas no coração, além de outas doenças. A falta de incentivo e informações por parte do Estado também é uma característica de grande importância.
A priori, podemos ressaltar que o mal do século chegou a esse patamar devido aos avanços tecnológicos. Nesse sentido, a criação da internet, do celular, controle remoto e a popularização destes para todo o âmbitos da vida, tornou a sociedade dependente dos mesmos. Na animação Wall- E esse revés fica evidente, posto que os humanos vivem em uma nave, servidos por aparelhos tecnológicos, sem precisar gastar calorias nas tarefas vitais, mas fica evidente o estimulo da modernização para a vida inerte.
A posteriori, é preciso destacar que esse estilo de vida traz serias consequências para a saúde do individuo. Nessa perspectiva a Organização Mundial da Saúde considera o sedentarismo para o quarto maior fator de risco de morte no mundo, colaborando também com a aparição de doenças como diabetes e hipertensão, que pode levar uma pessoa a óbito, assim, são necessárias ações vindas do Estado para fazer uma conscientização sobre esse problema e fazer mais campanhas estimulando exercícios físicos.
Finalmente, combater o sedentarismo no século XXI, assim o ministério da saúde deve criar campanhas e projetos de incentivo a vida saudável, mediante a substituição de fast food e aparelhos eletrônicos em horário de pico, por propagandas de exercícios físicos, para estimular a adesão para uma vida mais saudável e ativa . As campanhas devem ser realizadas por personalidades famosas e ser vinculada além das televisoes nas redes socias. Assim, o sedentarismo iniciado no período neolítico nao se tornara um problema mais agravante para a geraçao que estamos e para as que estão por vir