Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 21/12/2020
Na série da plataforma de streaming Netflix, ‘’Insatiable’’, é retratada a rotina de uma menina que sofre de obesidade e não faz exercício físico. Em consonância com o seriado, o Brasil tem uma grande taxa cidadãos sedentários que, precisamente pela falta da atividade física, desenvolvem doenças graves. Nesse sentido, cabe ressaltar o papel negligente do governo e os danos à saúde como entraves da temática.
Em primeira análise, é necessário pontuar o descuido do Estado com relação ao sedentarismo da juventude. Nessa perspectiva, a teoria filosófica do “Bem Estar Social” afirma que o governo tem o dever de garantir qualidade de vida para os cidadãos. Entretanto, esse cenário não é visível no território brasileiro, em razão da falta de iniciativa estatal no estímulo à prática de atividade física pelos jovens. Desse modo, essa fração da população não se interessa pela realização de exercício, resultando num quadro de muitos adolescentes sedentários que não têm qualidade de vida.
Além disso, é preciso destacar as consequências causadas pela ausência de atividade esportiva à saúde dos jovens. Nesse contexto, segundo Platão, teórico idealista grego, o essencial não é viver, mas ter uma boa vida. Por esta lógica, a Organização Mundial da Saúde alertou que o sedentarismo precisa ser combatido, porque se tornou o quarto fator que mais afeta a qualidade de vida e mata no mundo, visto que, acomete a aquisição de muitas enfermidades. Dessa forma, a juventude precisa realizar atividades esportivas para evitar a exposição ao desenvolvimento de doenças mortais.
Portanto, providências devem ser efetuadas para diminuir a taxa de jovens e adolescentes sedentários no Brasil. Assim, o Ministério da Educação deve aumentar a carga horária da disciplina de educação física nas escolas para promover o aumento no tempo semanal de atividade esportiva na juventude. Ademias, o Ministério da Saúde carece de conscientizar os jovens por meio de palestras nas instituições educativas que evidenciem a necessidade da prática de exercício para assegurar a qualidade de vida. Destarte, as esferas governamentais exercerão seu papel e o sedentarismo tornar-se-á raro entre os jovens, o que garantirá a saúde dos mesmos.