Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 30/12/2020
Com o crescimento da internet tudo ficou mais fácil, é possível fazer compras sem sair do sofá, assistir a um filme sem que seja preciso enfrentar uma fila no cinema. No entanto, essa automatização da rotina afeta a qualidade de vida daqueles indivíduos que já não faziam nenhum tipo de exercício físico, tornando-o uma pessoa ainda mais sedentaria e, logo irá surgir os efeitos negativos. Assim, é necessária uma discussão sobre as consequências do sedentarismo, e atitudes que devem ser tomadas para melhorar a saúde física dos cidadãos.
Porquanto, o sedentarismo é considerado um problema de saúde pública, uma das principais consequências dessa prática é a obesidade. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2019, uma em cada quatro pessoas de 18 anos ou mais no Brasil estava obesa, o euivalente a 41 milhões de pessoas. Logo, é notório que um grande número da população brasileira não tem uma rotina saudável.
Segundo o IBGE, 40% dos adultos brasileiros não são suficientemente ativos. Por consequência, a ausência de atividades físicas regulares é uma grande ameaça à saúde, favorecendo o desenvolvimento de diversas doenças, perda de força física, atrofia muscular, acúmulo de gordura e em alguns casos, pode levar à morte súbita. Logo, com tantos perigos para os indivíduo, é indispensável que medidas sejam tomadas.
Portanto, é de extrema importância que sejam criadas práticas saudáveis desde cedo, os pais ou reponsáveis pelas crianças devem garantir uma alimentação saudável e estimular a prática de brincadeiras que gastem energia, longe dos computadores, assim, quando adulto, esse indivíduo terá hábitos melhores. Como também, cabe ao Ministério da Saúde, atráves do Sistema Único de Saúde (SUS), promover campanhas através das mídias, que estimulem a prática de atividades físicas. Logo, será possível diminuir o número de sedentarios no país.