Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 04/01/2021
Na Grécia Antiga, Hipócrates, considerado pai da medicina, acreditava que a anatomia humana exige constante movimento e que a inércia se opõe à natureza do ser humano. No entanto, ignorando o pensamento de Hipócrates, grande parte da população não valoriza a prática de atividades físicas e faz da inércia um costume. Dessa forma, o sendentarismo se torna cada vez comum e é uma problemática grave, que poder ter variás causas e trazer sérias consequências.
Em primeira análise é válido citar uma das causas desse problema: O conforto excessivo proporcionado pela Terceira Revolução Industrial, também conhecida como Revolução Técnico-Científica-Informacional. Com o surgimento de novas tecnologias, a terceira fase da Revolução Industrial facilitou a realização de diversas tarefas. Com isso, não era necessário sair de casa para, por exemplo, pagar uma conta ou ir ao banco, uma vez que isso era possível de ser feito em um aplicativo. Dessa maneira, uma parcela considerável dos indivíduos não soube lidar com a comodidade em excesso, o que resultou em um grande número de pessoas sedentárias.
Por conseguinte, a falta da prática de excercícios pode resultar no desenvolvimento de diversas doenças. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mais comuns são hipertensão, diabetes e obesidade. Apesar disso, muitos brasileiros são indiferentes às informações da OMS e também são imprudentes com a própria saúde, o que pode trazer danos graves e irreversíveis.
Portanto, é necessário que os indivíduos se conscientizem acerca dessa problemática, por meio da busca de informações, de fontes confiáveis como, por exemplo, o site da OMS, para que o número de sedentários, e da população doente, seja reduzido.