Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 06/06/2017
Com o avanço das tecnologias em muitos países desde o século XVI até a contemporaneidade, são utilizados inúmeros meios de propagandas, para persuadir as pessoas a comprarem, seus celulares modernos, notebooks, bicicletas elétricas, ou até mesmo, uma grande parte dos alimentos rápidos, que são de má qualidade ao metabolismo, entre muitos outros produtos, dificultando a opinião dos cidadãos, no que se remete a diversos fatores negativos entre as vidas dos integrantes das sociedades, sendo eles, o sedentarismo e a obesidade, ambos tornam-se vulneráveis a muitas doenças.
Existem diferentes modelos de tecnologias que o ser humano desenvolveu e adaptou-se para melhorar a qualidade de vida das populações, mas uma grande parcela significativa de pessoas, acomodaram-se no nível de vida nessa modernidade, se tornando um fator de risco para suas vidas. Com essas formas, os indivíduos diminuem suas atividades físicas ao certo ponto crítico diminuindo a capacidade dos músculos e também o metabolismo, se tornando um sedentário. Em determinados países com seus grandes centros urbanos, cidadãos preferem assistir tevês ao invés de praticar um esporte, chegando a uma marca mínima de quatros horas gastas virtualmente.
Além disso, também ocorreu inovações na área da alimentação, especificamente na rapidez que se originam os alimentos, e utilizando diversos canais midiáticos para propagar sua mensagem constantemente. Com isso as pessoas são suscetíveis a comerem mais alimentos ricos em glicose e gorduras, associado a um certo impedimento tecnológico por parte das pessoas, não praticam exercícios físicos, por consequência surgem a obesidade, ficando mais exposto a diversas doenças especialmente cardíacas. Em determinados países com seus grandes centros urbanos, as famílias comem em média mais produtos industrializados do que os periféricos por aspectos tecnológicas e industriais.
Com todos esses meios de propagandas sendo utilizadas para oferecerem tecnologias cheias de confortos ou alimentações maléficas ao organismo, portanto, é necessário que haja por parte do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitaria (CONAR), a constante atuação sobre a propagação desses programas para os cidadãos, no qual, não seja influenciado para o consumo desses produtos ou alimentos em grande escala, sempre mostrando casos irreparáveis de outros indivíduos para sociedade, mudando a opinião desses. Entretanto, que os órgãos não governamentais (ONG’s) associem-se para prolongar a mensagem, não só orientando-os, mas também, incentivando a tomar iniciativa por parte das pessoas a forma de vida mais saudável.