Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 21/05/2017

O sedentarismo não é o único problema de saúde pública do Brasil mas sem dúvida é um dos mais graves. No último século o problema aumentou seja pela lenta mudança na mentalidade social seja pelo avanço tecnológico. Por isso, o tema deve ser debatido para que medidas preventivas sejam tomadas.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o sedentarismo é o principal fator desencadeante das doenças crônicas. Segundo pesquisas realizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a falta de exercício físico causa obesidade, aumento da pressão arterial e diabetes. Ainda, as propagandas de massa estimulam o sedentarismo como status social mostrando indivíduos num bar bebendo como um hábito bom.

Todavia, outros problemas dificultam a resolução deste impasse. A evolução tecnológica incentiva os indivíduos a diminuírem o esforço físico, são exemplos o controle remoto e a lâmpada com controle de voz. Ademais, a falta de incentivo governamental para construção de academias agrava o problema em centros urbanos.

Fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para resolução deste impasse. Para Paulo Freire “A educação muda as pessoas e as pessoas mudam o mundo”. Por isso, o Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação devem promover palestras ministradas pelos professores e profissionais da saúde em escolas e postos de saúde divulgando os malefícios do sedentarismo e os benefícios da atividade física regular. Ainda, a Receita Federal deve oferecer incentivo fiscal para construção de academias públicas e a mídia deve ser fiscalizada para não apresentar propagandas que vão de encontro as políticas públicas de saúde da nação.