Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 25/05/2017

Sabe-se que uma sociedade saudável preocupa-se com o bem-estar físico e psicológico dos seus membros. No entanto, com os avanços da tecnologia, as atividades humanas tornaram-se, cada vez menos braçais, o que desencadeou, em escala global, problemas de saúde como o sedentarismo.

Estudos fisiológicos comprovam que a prática de exercícios físicos é fundamental para se ter uma boa saúde. Já que, durante a sua execução, os exercícios estimulam o corpo a renovar sua fauna celular, a consumir o excesso de energia, além de liberar hormônios e neurotransmissores que elevam a autoestima do individuo. Logo, é dever de toda a população procurar formas acessíveis para se exercitar diariamente, garantindo assim a sua saúde.

As revoluções industriais mudaram por completo o estilo de vida da humanidade. Sobretudo, porque permitiu, em grande parte dos setores econômicos, a substituição de homens por maquinas. Porém, apesar de benefícios como o aumento da produtividade, a revolução foi um dos maiores fatores responsáveis por tornar mais da metade da população mundial sedentária. Visto que, controles remotos, veículos motorizados, alimentos empacotados e aparelhos eletrônicos passaram a fazer parte do cotidiano humano e reduziram a necessidade do homem de se exercitar.       Fica claro, portanto, que medidas são necessárias para contornar o problema. A mídia deve, através de propagandas educativas, alertar a população sobre os males promovidos pela falta de exercícios físicos. Os governos devem, em parceria privada, construir centros esportivos em seus estados, províncias e municípios, além de criar novas pistas para caminhadas em locais agradáveis, como praias, rios e lagos para estimular a sociedade à se exercitar. Assim, teremos pessoas mais conscientes e menos sedentárias por todo o mundo.