Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 30/05/2017
Com a enorme massa populacional que o Brasil possui, é iminente a aparição de problemas relacionados a tal área. Entretanto, o sedentarismo tem se tornado parte de um quadro de situações que parecem ser irreversíveis, fazendo com que ele se concatene ao mal do século. A sobrecarga de tarefas a ser cumpridas no cotidiano e o comodismo acarretado pela tecnologia são fatores contribuintes para a ociosidade física e mortalidade, de grande parte, de homens e mulheres brasileiros.
Em uma sociedade capitalista é frequente a agitação na vida dos indivíduos. Fato que contribui significativamente para que, na maioria das vezes, pensa-se somente em produzir mais em menos tempo e esqueçam-se de zelar por sua saúde física e mental, que além de acentuar o sedentarismo pela falta de práticas de gasto de teor calórico, podem desenvolver problemas psíquicos pela falta de exercício da mente que fica acostumada às funções corriqueiras do dia a dia de trabalho.
Dito, é preciso ressaltar a influência da tecnologia na elevação do índice de sedentarismo no país. Embora a agitação no cotidiano dos indivíduos seja frequente, o envolvimento com a tecnologia de modo geral, é um agravante. Pois a prática de estar conectado a todo momento, ainda que na correria, faz com que o corpo se acostume a ter algo que tire a tensão cometida pela sobrecarga de tarefas. Contudo, a dispersão causada por essa, aliena a mente e o corpo às telas, causando ainda mais cansaço mental e físico, inibindo o gasto calórico através de práticas de atividade física. Contribuindo para o desenvolvimento de doenças fisiológicas que podem levar o indivíduo a óbito.
Portanto, é fundamental que o governo invista, ainda mais, em propagandas incentivando a prática de atividades que gastem calorias e ressaltando sua importância. É preciso também que cada indivíduo se conscientize, tanto para evitar a sobrecarga de tarefas quanto para o uso da tecnologia, não deixando que estes interfiram em sua saúde. Evitando assim a ociosidade física e mortalidade de homens e mulheres brasileiros.