Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 11/09/2017
Titulo: sedentarismo como interventor de sonhos
Na animação de Os Simpsons, Homer Simpson se recusa a praticar quaisquer exercícios físicos, demonstrando-se ser sedentário e estar acima de seu peso ideal. Fora da ficção, o sedentarismo é uma realidade mundial, mas especialmente tem ganhado destaque na sociedade contemporânea brasileira, sendo necessária a recorrência de medidas cabíveis para o combate da obesidade.
Segundo Martin Luther King, toda hora é a hora de fazer o que é certo. Em primeira análise, cabe pontuar que a ociosidade se compreende pela diminuição drástica ou ausência de exercícios físicos por um indivíduo. Atualmente, 46% dos adultos brasileiros são considerados sedentários segundo o IBGE. O fator predominante para a ampliação do infortúnio é o avanço tecnológico, visto que a locomoção e facilidade de adquirir algo se tornaram mais transparente, facilitando a vida, todavia prejudicando a população com diversos problemas como a obesidade, comodismo comportamental, aumento de colesterol, falta de força física, problemas cardíacos e corporais.
Entretanto, convém frisar que nem a ocorrência das olimpíadas no Brasil ou a criação do dia do esporte foram suficientes para despertar interesse ou estímulo por algum esporte na população, pois a ausência de estrutura adequada fornecida aos praticantes no país é moderadamente questionável, comprova-se isso, conforme apontou à pesquisa do site G1, segundo a pesquisa, diversos centros recreativos estão carecidos de segurança e manutenção mínima em seus equipamentos. Ademais, a escassez de iniciativas governamentais ou populacionais em debater a importância da reeducação alimentar impossibilita a extinção da adversidade, dado que a maioria não se importa com o consumo de diversas coisas nocivas a saúde.
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. Segundo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Assim sendo, é imprescindível que as escolas com apoio do ministério da educação e saúde disponha palestras obrigatórias ministradas por um professor de educação física e uma nutricionista, expondo o problema e seus efeitos na sociedade. Mensagens de conscientização deverão ser transmitidas por todos os meios de comunicação, junto à distribuição de folhetos gratuitos as pessoas. Por fim, o investimento governamental ao desenvolvimento de mais parques seguros com fácil acesso aos indivíduos e criação de programas que estimulem a prática de exercícios irão paulatinamente extinguir o contratempo. Dessa forma teremos uma sociedade com hábitos mais saudáveis e com maior longevidade.