Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 06/06/2017

O avanço da tecnologia permite conforto e comodidade ao ser humano. A medida que esse conforto vem aumentando as pessoas passam a depender desses aparelhos facilitadores. De modo que atividades mínimas como correr, andar, lavar e passar estão sendo executadas por meios eletrônicos, facilitando o papel do sedentarismo.

De acordo com a Organização Mundial da saúde (OMS) 60% da população brasileira são sedentárias. O sedentarismo tornou-se um grande vilão, já que o mesmo pode provocar diversas enfermidades, como: Atrofia muscular, aumento de peso, diminuição de expectativa de vida, aumento na pressão arterial e outros fatores determinantes para uma vida saudável.

Rousseau tem razão quando afirma que ‘‘O ser humano verdadeiramente livre apenas quer o que pode e faz o que lhe agrada’’  isso é um problema a ser discutido, já que as pessoas estão cada vez menos fazendo atividades diárias e exercitando-se. Além disso, outro ponto determinante é a falta de tempo, isso ocorre porque as pessoas estão cada vez mais atarefadas nas funções dos seus trabalhos, e quando livres preferem descansar ou sair para comer.

Uma crítica feita na Alegoria da caverna de Platão, condiz com a realidade dos sedentários brasileiros. É que as pessoas precisam sair da sua zona de conforto e buscar a luz. É necessário buscar o novo, tentar coisas novas e procurar satisfazer as necessidades do seu corpo, só assim teríamos pessoas que estão dispostas a tentar o novo.

Contudo, é necessário que o Governo utilize da própria tecnologia para criar aplicativos ou jogos que busquem motivar as pessoas a andar, praticar corridas ou flexões, além disso, é de extrema importância o uso da mídia para a divulgação desses aplicativos na televisão, rádios, jornais e nas próprias redes sociais. Outro fator importante, é incentivar a matéria Educação física e a as aulas práticas por meio de notas ou competições que visem um prêmio que interesse o aluno. Por fim, adicionar uma tarefa prática no trabalho dos brasileiros, como uma corrida antes do almoço.