Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 07/06/2017
Todas as comodidades e opções de lazer que a evolução tecnológica proporcionou à humanidade refletem-se na população sedentária, que representa 46% dos brasileiros. Além disso, percebe-se a falta de tempo que o atual modo de vida impõe, impedindo de se ter horários livres para a prática de exercícios físicos. Com isso,observa-se que o sedentarismo é, realmente, o mal do século.
Após a Revolução Industrial, iniciada no século XVIII, quando o trabalho humano começou a ser substituído por maquinários, a crescente oferta de novas tecnologias fez com que a necessidade de locomoção e esforço físico humanos diminuísse. No decorrer do tempo, sobretudo, os smartphones substituíram as formas de lazer, que antes eram, principalmente, os esportes e passeios. Ademais, os aplicativos tornaram desnecessários, por exemplo, idas a lojas e a restaurantes que, com um toque,podem ser substituídas. Logo, fica clara a contribuição da tecnologia para esse crescente mal do século.
Além disso, a correria e o estresse proporcionados pelo atual mundo globalizado fazem com que, após um dia de trabalho ou de estudo, os indivíduos estejam cansados e, consequentemente, não se dispõem à prática de atividades físicas. Também, existe a falta de tempo para realizar os exercícios físicos. Embora muitas academias estejam abertas 24 horas por dia, as pessoas não se sentem confortáveis para a realização de atividades físicas em seus horários livres, como pela madrugada, em vista de ser seu horário de descanso.
Portanto, torna-se necessário tomar medidas para combater esse mal do século. O Ministro do Esporte deve, em parceria com prefeituras, desenvolver projetos sociais esportivos, promovendo campanhas para a substituição do carro por bicicletas para ir ao trabalho. Outrossim, órgãos públicos devem, em parceria com a área da informática, criar aplicativos que necessitam a locomoção humana, como o Pokemom Go. Assim, o vilão do sedentarismo seria combatido, em prol a uma sociedade saudável.