Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 29/04/2021
Considerado um dos principais problemas de saúde da sociedade moderna, o sedentarismo é o mal do século. Cada vez mais tecnológias são desenvolvidas com a intenção de facilitar o cotidiano. No entanto, essas inovações tem tornado a vida humana cada vez mais sedentária, e alem da tecnologia tambem há uma ideia cultural de não se preoucupar com a sua saúde na velhice.
Elevadores e compras alimentícias via aplicativos de smartphone são exemplos de avanços tecnológicos que contribuiem diretamente para o sedentarismo. Dados do IGBE (2019) apontam que 40,3% dos adultos são considerados sedentários no Brasil. Segundo uma matéria publicada pelo site Globo Esporte estimasse que, se uma pessoa gastasse 300 calorias por dia com atividades simples, como subir uma escada, dimiuiria suas chances de ser impactada por algum problema de saúde como a hipertenção. Com essa ação as pessoas estariam se preparando melhor para a velhice, e diminuiriam os impactos negativos do sendetarismo em suas vidas.
Em alguns países como o Japão, é cultural se preocupar com a saúde na terceira fase da vida. Isso faz com que a população exerça o fenômeno chamado envelhecimento ativo. O envelhecimento ativo é conceito que se basea na realização de atividades física por todas as 3 fases da vida com o intuito de diminuir os efeitos maléficos do sedentarismo. O Brasil será em 2025 o sexto país com mais idosos -OMS-. Ao passo que a populção envelhece, são mais influenciados pelo sedentarismo, que tende a diminuir a qualidade de vida. Uma pesquisa publicada pelo site PREVIVA sugere que 69,3% das pessoas com 50 anos ou mais sofreram de pelo menos uma doença crônica até 2030 caso não adotem uma cultura de vida menos sedentária.
Esse mal do século, o sedentarismo, tem aumentado a medidade que se desenvolve tecnológias para facilitar os pequenos esforços do cotidiano. Ademais o brasileiro não se preocupam -não tem a cultara- de pensar na chegada da terceira idade, deixando o sedentarismo prevalecer. Diante disso, o Ministério da Saúde poderia implantar palestras e campanhas em escolas, estabelecimentos de saúde e Shoppings com a finalidade de estimular a prática de pequenas atividades físicas e que as pessoas com o propósito de se preparacem para um envelhecimento saúdavel. Um exemplo a ser abordado nas campanhas seria o ato de subir as escadas em vez de usar o elevador, realizar pequenas atividades do dia a dia. Com essa ação o Governo estaria colaborando para uma visão de vida mais saúdavel para o fututro dos brasileiros.