Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 19/06/2017
Um estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou que o sedentarismo atinge 60% da população mundial. Ele é caracterizado pela ausência, falta ou diminuição de atividades físicas no cotidiano das pessoas e, é responsável por 13,2% das mortes no Brasil conforme o Conselho Federal de Medicina. Logo, é preciso dirimir este celeuma garantindo uma vida ativa aos cidadãos.
Cabe aqui pontuar que, os riscos do sedentarismo, de acordo com a Associação Médica Brasileira, são realmente preocupantes e envolvem desde aumento do peso corporal, doenças cardiovasculares, osteoporose, diabetes, obesidade, colesterol alto, maior incidência de fraturas causadas por quedas até grande queda da imunidade. Portanto, diante de tantos malefícios, é preciso mudar os hábitos dessa parcela da população.
Vale salientar também, que o exercício físico habitual consoante a OMS, proporciona diminuição dos riscos de óbito prematuro, redução dos níveis de colesterol, melhora a mobilidade articular e a força muscular, além de beneficiar o funcionamento cardio-respiratório.
Diante do exposto, o Estado, utilizando recursos do Ministério da Saúde e através de parcerias público-privadas junto aos postos de saúde , poderia criar Centros de Bem-estar com infraestrutura para prática esportiva. Neles, médicos e educadores físicos, trabalhariam juntos não apenas conscientizando os cidadãos dos benefícios de uma vida ativa, mas também, promovendo a prática desta e a mudança de hábitos alimentares.
Outra ação, que poderia ocorrer no setor privado, seria premiar o funcionário que usasse escadas ao invés do elevador. Isso, além de favorecer o trabalhador, contribuiria para economia energética da empresa. Esta faria este controle por meio de um aplicativo que contabilizasse os passos de seus empregados em sua rotina de trabalho.
Enfim, existem outras medidas, mas como dizia o líder Ghandi, o nosso futuro dependerá do que fazemos com nosso presente. Afinal, cuidar da saúde é indispensável e, para isso, é preciso combater o sedentarismo.