Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 09/08/2017

O sedentarismo confirma-se, atualmente, como um problema mundial agravado pelo estilo de vida moderno. É um mal em si próprio, ademais sucinta e complica outros problemas de saúde. De certo, é crucial uma melhora no perfil nutricional, além do estímulo a atividade, visto que resulta de um balanço energético positivo.

A priori, tem-se no Brasil padrões diversificados de consumo domiciliar de alimentos, como afirma o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cujas pesquisas observam que mesmo nas regiões economicamente mais desenvolvidas há um baixo consumo de frutas e hortaliças e alto de gorduras saturadas. Por conseguinte, dietas inadequadas atuam aumentando o risco cardiometabólico, expondo pacientes à quadros precursores de doenças tais como diabetes, hipertensão e tabagismo, ou mesmo as piorando.

A posteriori, o Sistema Único de Saúde é onerado com casos de fácil prevenção, na qual exercícios físicos adicionados a um acompanhamento médico satisfariam. Diante da inocuidade governamental, há também as distrações tecnológicas como fatores de agravamento, propiciando um círculo vicioso de sedentarismo, concentrando aproximadamente 65 milhões de inativos no Brasil.

Destarte, medidas como promoção de feiras esportivas nas escolas e comunidades pelo Ministério da Educação, dispondo da participação discente, docente e familiar a fim de estimular a atividade física, ainda na infância, são necessárias. Outrossim, o Ministério da Saúde deveria estabelecer um Plano de Reeducação Alimentar, reunindo nutricionistas e educadores físicos em Centros de Recuperação, ofertados nas áreas de maior necessidade, como verifica-se nas pesquisas do governo.