Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/06/2017

No contexto social mundial, constata-se uma massa significativa da população formada por homens e mulheres vitimados do grande mal do século XXI que se caracteriza pelo sedentarismo. Constitui-se uma das principais causas dessa problemática é o costume que leva ao comodismo sem praticas de exercícios físicos o que repercute a uma degradação da qualidade de vida. Além que, o conforto do dia a dia proporciona uma sociedade sedentária.

Verifica-se que atualmente o número de vítimas sujeita ao sedentarismo preconiza um quadro preocupante para a Organização Mundial de Saúde. Segundo pesquisa divulgada pela OMS o comodismo abrange cerca de 60% da população mundial, está parcela de cidadãos que compõem esse quadro alarmante apresentam formas física em muitas vezes corpo com peso a cima do normal e estão propicio a certas doenças como hipertensão e diabete. Portanto em constante casos estes seres humanos ociosos que se comodam é tomado pelo prazer que a tecnologia proporciona para o usuário, em navegar pela internet, assistir filmes e jogar jogos em boa parte do tempo, o que fortalece o costume de se encontrar constantemente sentado ou deitado sem realizar movimentos físicos. Consequentemente a isso fica propicio a efeitos de doenças como hipertensão e problemas cardíacos.

É lícito abordar que o desenvolvimento da Revolução Industrial proporcionou para os  dias de hoje um mundo complexo em tecnologia que facilita a vida humana. Diante desses bens como transporte, sistema de comunicação e serviços em gerais, nota-se que ainda persiste cidadão alienado ao conforto desses serviço, em que há uma grande parcela da nação que não usufrui de forma saudável.  Vale ressaltar por exemplo que, o ser humano não está apto a abrir mão de um automóvel para circular em um simples trajeto que poderia ser feito por uma caminhada benéfica a saúde.

Após os argumentos citados, observa-se a necessidade de mudanças para combater essa mazela que degrade a saúde dos seres humanos. Para isso os Governos de cada país adjunto do apoio da Organização Mundial de Saúde devem realizar investimentos em projetos de saúde efetivo gratuito que visam contratar profissionais especializados como médico cardiologista e educadores físico que realizem atendimento a espaço público em cada cidade com mérito de avaliação mensalmente para aqueles que que necessitam de um acompanhamento especializado. Ademais, a mídia tem o papel de divulgar campanhas que estimule a iniciativa da sociedade a realizar exercício físico diariamente e incentivar a população vitimada  a buscarem atendimento gratuito oferecido pelo Estado nas praças públicas. Seguindo dessas ações podemos promover uma nação formada por seres humanos ativos e saudáveis.