Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 20/05/2021

A Constituição Federal de 1988 afirma: o cidadão possui direitos básicos, a exemplo da saúde. Entretanto - é visto que os elevados índices de sedentarismo, caracterizado como mal do século - advém da ausência de uma saúde preventiva e eficaz. Dessa maneira, em razão da negligência estatal e da má influência midiática, emerge um problema complexo.

A priori, deve-se ressaltar a falta de atuação das autoridades. Segundo Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar social. Sob essa ótica, vê-se a necessidade do governo em disseminar programas de saúde preventiva, de modo a proporcionar hábitos saudáveis na sociedade, o que irá previnir o sedentarismo e o risco de doenças crônicas. Desse modo, é de suma importância a atuação eficaz do Estado, o que irá garantir a ruptura do paradigma de vilão do século proposto ao sedentarismo.

Além disso, observa-se a má influência dos meios midiáticos. Com a difusão da tecnologia, grande parte da população criou hábitos sedentários, já que os veículos da mídia fizeram seus internautas passarem horas sobre seus domínios. Sendo assim, a prática de exercícios tornou-se algo raro, o que acarretou na ausência de hábitos saudáveis e proporcionou no aparecimento de problemas crônicos. Isso é comprovado pela pesquisa da OMS, a qual aponta que o sedentarismo e as doenças crônicas estão presentes em 60% da população mundial.

Infere-se, portanto, que o sedentarismo é o grande vilão do século. Sendo assim, cabe ao Estado garantir a saúde de maneira eficaz, por meio do aumento do número de profissionais e locais de atendimentos, a exemplo de novos nutricionistas e psiquiatras na sociedade. Com isso, os índices de sedentarismo irão diminuir e a população terá hábitos saúdaveis.  Somente assim, os ideais iluministas da Carta Magna serão alcançados e o problema será solucionado.