Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/08/2017

Em meados do ocaso da primeira guerra mundial, os Estados Unidos implementaram investimentos nos setores industriais, instaurando o modo de vida americano, simplificado notoriamente por consumismo. Tal conjuntura análoga ao âmbito hodierno, demonstra-se demasiada consumação. Dessa forma, vê-se a intensificação do sedentarismo associado às atividades consumistas na sociedade atual, paralelo a capacidade tecnológica mundial.

Em primeiro plano, pode-se conjecturar que a existência de um ambiente propenso a vida sedentária, deve-se em primazia aos avanços tecnológicos. É importante pontuar que transfigurou-se de maneira comum a abstinência, no que se refere a utensílios modernos, como os celulares, em detrimento das atividades esportivas e práticas saudáveis. Vale salientar também que a horrenda mobilidade urbana agregada ao deficit no contingente de ciclovias, com ambientes urbanos agradáveis, eleva a decisão dos indivíduos optarem pelas práticas trabalhistas estáticas, exemplificados pelo trabalho em seus próprios domicílios. Portanto, depreende-se que o aparato tecnológico e a estagnação das vias mostram-se significativos empecilhos no itinerário para a culminação da problemática.

Em consequência disso, vê-se acentuações nos casos de enfermidades cardíacas junto de complicações relacionadas a diabetes e hipertensão. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde(OMC), 60% da população mundial mostra-se sedentária, sendo diabéticos e hipertensos, respectivamente, 10 e 28 por cento componentes destes. Assim, pode-se inferir que a vida sedentária é um dos mais alarmantes fatores de risco do planeta. Outrossim, viver de forma antiquada, significa está propenso a um existência efêmera. O acúmulo de lipídios no corpo, dificulta sua funcionalidade plena, assim resultando em paradas cardíacas e infartos no miocárdio. Dessa forma, o sedentarismo mostra-se danoso a humanidade.

Destarte, medidas são essenciais para a suplantação do impasse. Primordialmente, cabe ao Ministério dos Transportes, a criação de ciclovias em áreas com péssima mobilidade, instigando a população a prática cotidiana de exercícios nessas vias. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde, a criação de aplicativos que mobilizem os sedentários à prática de atividades físicas, no qual, tais criações poderiam propor prêmios a quem conseguisse alcançar o peso ideal. Assim, o país caminhará para a superação do modo de vida americano no século XX.