Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 03/06/2021

Em razão da 4ª Revolução Industrial (revolução técnico cientifico-informacional) houve o surgimento de diversos dispositivos eletrônicos, os quais foram cruciais para a transformação na vida dos cidadãos. Nesse sentido, compreende-se que tais aparelhos resultaram em uma facilidade no dia a dia, demandando menos esforços físicos da população. A importância de tal problemática deve-se à diminuição da pratica de atividades esportivas e ao maior grau de sedentarismo na sociedade, o que corrobora para um aumento no número de casos de doenças autoadquiridas. Dessa maneira, cabe avaliar os fatores que favorecem tal quadro.

Em primeiro lugar, é imperativo ressaltar que o sedentarismo atinge mais de 60% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Logo, infere-se que a maioria das pessoas não realizam o adequado de maneira a preservar seus corpos, o que reflete na alta incidência de doenças autoadquiridas, tais como: hipertensão, diabetes, obesidade entre outras.

Outrossim, convém destacar que o Brasil é o líder mundial no quesito do sedentarismo e que aproximadamente 15% das mortes anuais estão relacionadas à carência de exercícios físicos, conforme está presente no site oficial do governo. Portanto, depreende-se que a saúde dos cidadãos brasileiros está ameaçada devido ao não conhecimento e à incompreensão dos malefícios provenientes de tal distúrbio.

Posto isso, é preciso que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Portanto, urge que o Ministério da Saúde junto com o Ministério da Cultura conscientizem, por meio de palestras nos centros urbanos, a população, a fim de combater essa problemática (sedentarismo) que se apresenta como o grande mal da revolução técnico cientifico-informacional.