Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 26/09/2017
Caracteriza sedentarismo a falta ou redução de atividades físicas que reflete diretamente na saúde. Por ser reduzido a atividade, diminui-se o gasto de calorias, entre as consequências, as principais são: acúmulo de gordura nas artérias, aumento de colesterol, risco de diabetes tipo II, dor nas articulações e sobrepeso ou obesidade.
Em uma pesquisa feita pelo IBGE, chamada de Pesquisa Nacional da Saúde (PNS), 70% das mortes no país está associada ao sedentarismo, falta de exercício físico e ao baixo consumo de frutas e verduras. Nessa mesma pesquisa feita com pessoas acima de 18 anos, constatou-se que 46% dos adultos não tem atividades físicas ativas e os que fazem atividades, 22,5% fazem por lazer, 31,9% ao deslocamento, 12,1% em atividades domésticas e 14% no trabalho.
Para ser mudado essa situação, é necessário a mudança e hábitos e culturas situados no cotidiano, pois com a tecnologia, tem-se maior facilidade em obter as coisas, seja comprando comida sem sair de casa ou comunicar-se pelo celular, sem precisar locomover-se.
É importante também que o governo perceba a carência de ambientes para realizar tais atividades e que o mesmo promova eventos relacionados a atividades e saúde, pois isso promoveria uma economia a longo prazo em remédios para doenças crônicas e respiratórias ocasionadas pelo sedentarismo e aumentaria a qualidade de vida da população.
Espera-se que a população conscientize-se e perceba que a prevenção do sedentarismo é algo para melhorar a qualidade de vida e tornar-se uma pessoa mais saudável.