Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 25/06/2017
Durante a pré-história, no período paleolítico o ser humano vivia sempre em busca de alimentos, eram nômades, mas com a chegada do período neolítico ele aprendeu a domesticar animais e a praticar a agricultura, não precisando mais percorrer longos trechos em busca de comida, tornando-se sedentário. Atualmente, os níveis de sedentarismo cresce em escala global, e com ele também a obesidade, e consequentemente as doenças.
Com o surgimento e aprimoramento das novas tecnologias, o acesso a informação ficou mais fácil, o imediatismo se torna cada vez mais presente na vida das pessoas, onde, através de um aplicativo de celular é possível solicitar comida, na maioria das vezes Fast Food´s, e o indivíduo não precisa se deslocar para ter acesso ao alimento. A interação das pessoas se tornou mais crescente pelas redes sociais, minimizando os encontros do fim de semana.
Observa-se que a obesidade é uma das mais notáveis consequências do sedentarismo, que é caracterizada pelo aumento excessivo de gordura, gerada pela falta de exercícios físicos e a má alimentação. Com ela surge várias doenças, ao qual se destacam o diabetes e a hipertensão arterial, o risco de infarto também é preocupante, pois as gorduras vão se localizando nas paredes dos vasos sanguíneos, os chamados ateromas, com que faz que a pressão sanguínea aumente e rompe esses vasos.
Destarte, é necessário que o governo promova campanhas, através dos meios de comunicação, alertando sobre os riscos de ser sedentário, e e estimulando as práticas de atividades físicas. Ser desenvolvidas nas escolas palestras sobre o tema, que enfatize sobre a importância de ter uma alimentação saudável, que essas palestras já sejam ministradas nas séries inicias da escola.