Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 28/06/2017
A terceira revolução industrial, que se iniciou na década de 70, remodelou completamente nosso padrão de vida. O surgimento da internet, reduziu drasticamente a necessidade de, em muitos casos, levantar da cadeira ao realizar uma compra, por exemplo. Tal fato, expõe um problema que tem ganhado enorme relevância: o sedentarismo. No Brasil, esse aumento é reflexo de um mau uso da tecnologia, aliado a falta de exposição sobre os malefícios de uma vida sedentária.
A tecnologia chegou para facilitar nossas vidas, mas até quando essa melhoria se mantem? Com o surgimento dos smartphones, muitas pessoas passaram a trocar um passeio com os amigos, ou uma simples caminhada na praça, por conversas via rede sociais. Logo, pessoas acabam trocando momentos de lazer mais saudáveis por uma diversão estática, confirmando uma realidade onde 46% dos adultos brasileiros são sedentários, segundo o IBGE.
Vale ressaltar que, casos de obesidade são, em muitas vezes, resultados de uma vida baseada em baixos gastos calóricos em decorrência desse mal. Esses riscos, no entanto, muitas vezes são obstruídos por toda essa empolgação tecnológica. Para ilustrar, podemos notar que, nenhuma rede social apresenta os malefícios do seu uso excessivo, em sua páginas iniciais.
Em suma, o recrudescimento do sedentarismo tem se baseado ,principalmente, no uso tecnológico inconsequente e da baixa exposição dos seus riscos. Com o intuito de resolver esse quadro, cabe ao legislativo a criação de uma lei que obrigue redes sociais a expor os possíveis riscos em caso do seu uso excessivo, visando atingir cada cidadão. Cabe também a criação de uma campanha publicitária que incentive a prática de exercícios, buscando atingir todas as esferas sociais.