Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 29/06/2017

Na cidade,no trabalho e em casa, ninguém se move.

Sedentariedade é a condição em que o indivíduo gasta menos de 2200 calorias por semana ou não realiza qualquer atividade física por no mínimo 30 minutos diários. A urbanização e a automatização do trabalho são condições para inatividade física, acometendo  o indivíduo em hipertensão, obesidade, doenças respiratórias e cardíacas.

De início, fatores característicos das grandes cidades desencorajam a prática de execícios físicos. Superpopulação, pobreza, violência, trafego intenso, baixa qualidade do ar, infraestrutura debilitada de parques e áreas de lazer não permitem que o cidadão se mova. Sendo-lhe motivo de grande procrastinação, o execício físico, acaba por ter suas chances de realização ainda mais escassas diante de tantos empecilhos.

Concomitante a isso, as atividades laborais dão-se de forma repetitiva e monótona. As funções que antes exigiam algum esforço físico, são cada vez mais inusuais, dadas as facilidades de máquinas e equipamentos utilizados em suas execuções. Adaptando-se a este ritmo, o homem tende a realizar muito mais em menos tempo, porém imergindo em uma inércia extremamente tóxica ao organismo.

Finalmente, observa-se que o aperfeiçoamento na vida das pessoas como um todo levou-as a involução de suas características físicas e biológicas.Para ser considerado ativo basta qualquer atividade que despende energias e queime calorias, subir escadas ou caminhar, já servirão como melhoradores da saúde do praticante e esta é a parte que lhe cabe, mover-se. Ao Estado garanti-lhe este direito de ir e vir como garante a Constituição Federal de 1988, melhorando praças e parques, implantando ações de segurança e incentivando a sociedade inteira a participar e ver que sim, é possível caminhar ao ar livre. Isto certamente diminuirá os índices de pessoas com problemas cardíacos, hipertensão, obesidade e problemas respiratórios.