Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 27/09/2021

Nos últimos séculos, o avanço tecnológico intenso - proveniente das revoluções industriais - na maioria dos setores da vida humana, favoreceu o uso de equipamentos, dispositivos e utensílios para facilitar, principalmente, o cotidiano das pessoas enquanto sociedade. Contudo, isso também implica diretamente na problemática em questão, tendo em vista que o facilitamento das atividades diárias é o principal fator que contribui para para o aumento do número de casos de sedentarismo.

Em primeiro plano, vale ressaltar que este aumento no número de casos tem íntima ligação com o avanço tecnológico, porém, não é a fonte do problema. Dessarte, o sedentarismo está vinculado ao modo com que usamos tais ferramentas de facilitação e que acaba por gerar outros males. Isto é, esta conduta de uso implica diretamente na piora dos casos de doenças tais quais a obesidade e problemas cardiovasculares se destacam.

Além disso, segundo fundação Oswaldo Cruz, numa pesquisa realizada em 2016, 42% dos brasileiros se classificam como não praticantes de atividade física, ou seja, cerca de 90 milhões de brasileiros estão vulneráveis à tais enfermidades fisiológicas. Além do mais, estima-se que 4% das mortes no mundo poderiam ser evitadas se as pessoas mantivessem um um padrão de vida mesclado com trabalho, lazer e atividade física. Assim, torna claro a necessidade de investimentos por parte dos governos e da conscientização da população.

Portanto, para reverter o quadro de sedentarismo vigente, é imprescindível que a Organização Mundial da Saúde(OMS), em cooperação com os governos do globo, concebam democratização ao acesso a este tipo de informação e que, primordialmente, criem campanhas de conscientização para fazer com que o maior número possível de pessoas estejam cientes dos impactos de um vida sendetária.